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Xylella fastidiosa

Xylella fastidiosa é uma bactéria que infeta uma vasta lista de espécies botânicas, onde se incluem culturas importantes, como a vinha, o olival, o amendoal, e pomares de citrinos. Atua bloqueando os vasos xilémicos dos hospedeiros, dificultando a absorção de água e nutrientes, o que provoca a murchidão, queimadura na zona marginal e apical das folhas, morte de alguns ramos e, por fi­m, da totalidade da planta.

Transmite-se de forma natural através de insetos vetores, através do comércio de plantas infetadas e da enxertia de plantas contaminadas. Atualmente, para além de Portugal, está presente em focos de outros países da UE: Espanha, França e Itália (lista das Zonas Demarcadas estabelecidas na EU).

Zonas demarcadas de Xylella fastidiosa em Portugal

Região Norte

Zona demarcada da Área Metropolitana do Porto

  • Plano de ação para controlo de Xylella fastidiosa e seus vetores – Zona Demarcada da Área Metropolitana do Porto (fevereiro 2022) EM REVISÃO
  • Despacho n.º 50/G/2025, de 13 de maio – Atualização da Zona Demarcada para Xylella fastidiosa da Área Metropolitana do Porto para implementação de medidas de confinamento (contenção)
  • Shapefile e ficheiro kml da zona demarcada da Área Metropolitana do Porto (novembro 2024);
  • Lista de Géneros e Espécies vegetais detetados infetados na Zona Demarcada da Área Metropolitana do Porto (novembro 2024);
  • EDITAL 12/2025/XF/N relativo à atualização da Zona Demarcada da Área Metropolitana Do Porto e notificação das medidas fitossanitárias de confinamento (contenção) a aplicar (maio 2025);
  • Folheto de alerta para os munícipes sobre a Área Demarcada de Xylella fastidiosa da AMP.

Zona demarcada de Alijó

Zona demarcada de Baião

Zona demarcada de Bougado (concelho da Trofa)

Zona demarcada de Mirandela

Zona demarcada de Mirandela II

Zona demarcada de Sabrosa

Zona demarcada de Torre de Moncorvo

Região Centro

Zona demarcada de Belmonte

Zona demarcada de Castelo Branco

Zona demarcada de Castelo Branco II

Zona demarcada de Castelo Branco III

Zona demarcada de Castelo Novo (concelho do Fundão)

Zona demarcada da Covilhã/Fundão – Fusão da Zona demarcada da Covilhã e da Zona demarcada do Fundão

Zona demarcada do Fundão (zona demarcada integrada na Zona Demarcada da Covilhã/Fundão)

Zona demarcada do Fundão II

Zona demarcada de Gândaras (Concelho da Lousã)

Zona demarcada de Lardosa

Zona demarcada de Marrazes (concelho de Leiria)

Zona demarcada de Monte Redondo (concelho de Leiria)

Zona demarcada de Penamacor

Zona demarcada de Peraboa

Zona demarcada de Póvoa de Midões (concelho da Tábua)

Zona demarcada do Sabugal

Zona demarcada de Sarzedas

Região Lisboa e Vale do Tejo

Zona demarcada da Área Metropolitana de Lisboa

Zona demarcada de Colares (Concelho de Sintra)

Zona demarcada de Palmela – SUPRIMIDA

A zona demarcada de Palmela, estabelecida em novembro de 2022, foi sujeita a prospeção intensa com colheita de amostras conforme estabelecido no Regulamento de Execução (UE) 2020/1201, durante o ano de 2023, não tendo sido detetado mais nenhum caso positivo. A ausência de plantas e vetores infetados confirmou que a presença inicial da bactéria constituiu um caso isolado, não tendo ocorrido a sua dispersão na referida área.  Perante os resultados obtidos a praga foi considerada erradicada, procedendo-se à supressão da referida zona demarcada.

Região do Alentejo

Zona demarcada do Carvalhal

Zona demarcada de Marvão

Região do Algarve

Zona demarcada de Tavira – SUPRIMIDA

A zona demarcada de Tavira, estabelecida em julho de 2021, foi sujeita a prospeção intensa com colheita de amostras conforme estabelecido no Regulamento de Execução (UE) 2020/1201, desde julho de 2021 até agosto de 2022, não tendo sido detetado mais nenhum caso positivo. A ausência de plantas e vetores infetados confirmou que a presença inicial da bactéria constituiu um caso isolado, não tendo ocorrido a sua dispersão na referida área.  Perante os resultados obtidos a praga foi considerada erradicada, procedendo-se à supressão da referida zona demarcada.

Folhetos de divulgação e sensibilização

Vetores de Xylella fastidiosa

Projeto SNM_XylellaVt (PRR-C05-i03-I-000176)

O projeto SNM_XylellaVt, financiado no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), teve como objetivo central a criação de uma rede nacional dedicada à monitorização dos insetos vetores da bactéria Xylella fastidiosa — com destaque para Philaenus spumarius. Paralelamente, o projeto desenvolveu ferramentas de previsão de risco e sistemas de alerta destinados a apoiar as autoridades fitossanitárias e os diversos agentes do setor agrícola.

No decorrer da sua execução, o projeto produziu:

Sistema de alerta – aplicação online para mapear a distribuição dos vetores

Vetores da Xylella fastidiosa - Sistema de alerta

A aplicação online, desenvolvida no âmbito do projeto, permite a qualquer pessoa relatar o avistamento de espumas (mistura de seiva vegetal exsudada pelas ninfas – fase jovem – que protege as cigarrinhas contra predadores, evita a dessecação pelo sol e mantém uma temperatura estável ao seu desenvolvimento).

Estes relatos contribuem para mapear a distribuição espacial e temporal dos insetos vetores, apoiando no planeamento de medidas de combate à X. fastidiosa.

Para mais informações clique aqui.

Ação de formação sobre a identificação de vetores de Xylella fastidiosa (Instituto Politécnico de Bragança, mar/2025)


Plano contingência 2022

Regulamento de execução UE 2020/1201 (versão consolidada set 2024)

Portaria n.º 243/2020, de 14 de outubro, e alterações – versão consolidada - medidas erradicação

Zonas Demarcadas de Xylella fastidiosa: Despachos anteriores (março 2026)

Países que enviaram à Comissão Europeia Declaração do Estatuto Fitossanitário de Xylella fastidiosa

Mais sobre a praga

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